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14/05/2013

Cadernos especiais

Recebi um e-mail da Fernanda Massarotto, uma amiga que mora em Milão e adora os cadernos da Moleskine me contando um pouco da história da marca, que achei muito especial:

“O caderninho de bolso usado por grandes artistas como Pablo Picasso, Ernest Hemingway e Vincent van Gogh tem um sucessor à altura: o Moleskine que ressurgiu há pouco mais de 15 anos em Milão, na Itália. De lá para cá, o modelo de capa preta com elástico já foi adaptado por diferentes marcas, ganhou versões com capa colorida e edições de luxo. Mesmo em tempos de tablets e smartphones, há quem não abra mão do Moleskine, que serve como caderno de viagens e desenho, diário para anotações ou agenda.

A história do Moleskine é muito legal. Ele surgiu na França e era vendido em uma papelaria na rue dell’Ancienne Comédie. Um dos clientes era o escritor inglês Bruce Chatwin, que anotava tudo no seu caderninho preto. Para seu desespero, nos anos 1980, a proprietária da papelaria avisou que não produziriam mais esse item. O escritor em uma de suas entrevistas declarou: ‘perder o meu passaporte era a última das minhas preocupações. Perder o meu caderno de anotações seria uma verdadeira catástrofe’.

O Moleskine só voltou às prateleiras na metade da década de 1990 graças a Maria Sebregondi, que também era uma fiel consumidora dos cadernos franceses. Maria decidiu relançar o caderninho preto e o batizou de Moleskine, nome pelo qual o escritor Bruce Chatwin deu às suas cadernetas. Hoje a linha de produtos da marca é bastante ampla e inclui cartões-postais, lapiseira, estojo, pastas e envelopes. Algumas edições são limitadas como as séries de Mickey Mouse e do Hobbit. Em São Paulo, os produtos são vendidos na Livraria Cultura e na Livraria da Vila.”

Moleskine
www.moleskine.com.br

 

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Por Luciana Jardim

Fotos: Divulgação

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